Jardins de Victoria: o projeto, explicado por quem vai construir

Trinta e uma casas em quatro boulevards no Campolim, edifício de lazer, street mall e a equipe que assina. Um guia do que já está definido no Jardins de Victoria e do que ainda depende da aprovação.

5 de setembro de 2026 4 min de leitura Equipe Contractor
Capa: Jardins de Victoria: o projeto, explicado por quem vai construir

O Jardins de Victoria é o empreendimento que ocupa a Contractor hoje. Antes que o material comercial chegue, achamos justo contar o projeto do nosso jeito: o que já está desenhado, o que ainda muda e por quê. Este é o primeiro artigo de uma série que vai acompanhar o empreendimento da aprovação à entrega.

Um aviso necessário: o projeto está em fase de aprovação. Perspectivas, implantação e plantas são preliminares. Não há oferta, preço nem condições — isso só existe depois do Registro de Incorporação.

O lugar

O terreno fica no Campolim, com frente para quatro ruas: João Wagner Wey, Hugo Sobreira Bortolai Filho, Lituânia e Milton Muraro. É uma das últimas grandes áreas do bairro, e a decisão de projeto foi ocupá-la com casas, não com torres. Ao lado está o Boulevard Victória, condomínio entregue pela Contractor: o nome do novo empreendimento é continuidade, não coincidência.

Já escrevemos sobre por que o Campolim virou o bairro mais desejado de Sorocaba. O resumo: comércio, serviços, escolas e parque num raio que se percorre a pé.

A implantação

São trinta e uma casas em dois condomínios, distribuídas em quatro boulevards arborizados com nomes de mulheres: Anne, Lilly, Emma e Rose. Os boulevards organizam as vinte e oito casas do condomínio maior; o condomínio menor, com três residências, ocupa a outra frente do terreno.

Cada boulevard tem sua garagem em subsolo. Essa decisão, invisível na perspectiva, é a mais importante da implantação: tirar os carros da superfície é o que permite tratar os quatro boulevards como um único jardim. O terreno tem desnível considerável, e os subsolos escalonados absorvem essa diferença de cota.

Na borda do conjunto ficam o edifício de lazer, a portaria única e o street mall de treze lojas, na esquina da Rua Lituânia com a João Wagner Wey.

As casas

Duas plantas, a mesma maneira de morar: sobrados de três pavimentos, com o social no térreo aberto ao jardim, três suítes no pavimento íntimo e garagem para quatro carros no subsolo.

  • Casa Tipo: estar, jantar e varanda gourmet com churrasqueira integrados; lavabo, área de serviço e dormitório de serviço no térreo; três suítes em cima; cobertura técnica com aquecimento solar de água e previsão para geração fotovoltaica.
  • Casa Prime: a planta ampliada. Family room, cozinha gourmet com despensa, suíte master com closet e varanda privativa, home office. Duas unidades ganham edícula e formam a versão Prime Plus.

Em todas as casas há poço de elevador. Escrevemos sobre por que isso virou padrão: a casa precisa servir à família por décadas, e a escada não pode ser o limite.

Acabamentos definidos

O memorial preliminar já fixa a régua: porcelanato Portinari 90×90 nas áreas sociais e nos banhos, bancadas em mármore travertino nos banhos e granito Branco Siena na cozinha e na lavanderia, metais e louças Deca, esquadrias de alumínio preto. As fachadas são em pintura acrílica premium, uniformes nos quatro boulevards.

Marcas e linhas podem ser substituídas por equivalentes até a obra, como em todo memorial. O que não muda é o padrão.

Quem assina

Realização e construção da Contractor, com quase cinco décadas de canteiro e acervo de obras registrado desde 1978. Projeto arquitetônico de Ricardo Bandeira Vasconcelos Rodrigues (CAU A1134-7), do escritório Bandeira Arquitetos, autor do projeto legal, da implantação e das plantas. Paisagismo de Gustavo Carvalho. Comercialização de Júlio Casas Imóveis (CRECI J-34717-3).

Quem incorpora é quem constrói: não há empreiteira entre o projeto e a entrega. Esse é o modelo da Contractor e é o que sustenta o prazo e o padrão prometidos.

O que ainda depende da aprovação

O projeto legal está protocolado. Até a aprovação e o Registro de Incorporação, três coisas podem mudar: detalhes da implantação (recuos, acessos), o quadro de áreas oficial e o cronograma de lançamento. Por isso não divulgamos áreas nem preços agora. Quando esses números existirem em cartório, eles serão públicos.

Enquanto isso, a lista de interesse é o canal para receber as informações oficiais em primeira mão, direto da equipe do empreendimento.

Perguntas frequentes

Quantas casas tem o Jardins de Victoria? Trinta e uma, em dois condomínios: vinte e cinco Casas Tipo e seis Casas Prime, das quais duas na versão Prime Plus, com edícula.

As casas terão elevador? Todas têm o poço de elevador previsto no projeto. A instalação da cabine é uma decisão de cada família.

Quando será o lançamento? Depois da aprovação do projeto e do Registro de Incorporação. A data será comunicada primeiro a quem estiver na lista de interesse.